terça-feira, 26 de maio de 2009



Corre e vá dizer pro meu benzinho, um dizer assim:
O amor é azulzinho.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009



Face to palm


Tear to tear

Mouth to tongue

Heart to ground


quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

The story so far


1. I can remember the time or place
2. And what you were wearing
3. It's unclear about how we met
4. All I know it was the best conversation that I've ever had
5. Until this day I've never found someone
6. With eyes as wide as yours
7. I've been searching up an down this coast
8. Overlooking what I need the most

9. Did you notice I was afraid?
10. I thought I'd run out of things to say
11. Two more hours until today burns this away
12. And starts all over again

*13. The sky will never look the same again
14. Until you show me how it could be

15. And everything else is irrelevant
16. To this story so far

(...)

17. And when the world turns over
18. I'll keep my ears to the wall
19. And when the world turns over
20. I'll keep my feet straight on the ground

21. Did you notice I was afraid?
22. I thought I'd run out of things to say
23. Two more hours until today burns this away
24. And starts all over again

25. The sky will never look the same again
26. Until you show me how it could be
27. Until you show me how it could be


New Found Glory

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Colagem


Se o coração disparar
Num castanho-céu
Livre para navegar
Como um enorme carrossel
Você supõe o céu
Afora mundo
Afora tempo
Estou pronto para embarcar

E avisa que eu só vou voltar
No último vagão,
Eu sei.


segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Verde

Ainda que queira mais
É tão verde-fruta
Crescendo pra mim
Regarei os segredos da espera
Com a calma que o tempo pedir

Se o medo vem do desejo
De não sofrer mais
Quem dera que esse medo
Não venha jamais
Impedir que a emoção
Tome forma de amor
Ilumine, seduza, enfim
Traga cor
Traga luz e calor
Feito o mar e a cidade

Uma fogueira de lenha
Sonhos de liberdade
Um sorriso em seu rosto
Corações à vontade


Júnior Almeida

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Põe-se, sol!


foto: João Paes



Põe-se, sol!
Pois, o que o aflige?
A ponto de pôr em chamas
céu que o suspende.

Exploda!
Atraindo olhares em total direito apelativo
pois, tantos quão nem pouco são
brandos e sãos de si próprios
na explosão de suas próprias luzes.

Tantos quais, guardam entre vias e vãos, memórias vivas
que só vêm/vieram a luzir de dentro por sua luz de fora.

Põe-se, sol!
Vindo a queimar fotografias, céu, corações
Traz-nos Vida-verão
e eles o verão em vida;

Ao escrever histórias em lembranças chama-cor,
regadas ao doce e corado sabor
das horas em que tocas o horizonte.
Queime por entediar-se em ser todo usado:
em pranto, sendo casa
e pelo passeio das mãos dadas.

Põe-se, sol
Abrasa!



gabriel

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

three melon tickets to the sound of the sweetest countdown.